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Lesão do ligamento cruzado anterior: o que é e como tratar

A Copa nem começou e a seleção brasileira já teve a sua primeira baixa, o lateral direito Daniel Alves foi cortado antes mesmo da escalação oficial ser divulgada devido a uma lesão do ligamento cruzado anterior. Mas afinal, que contusão é essa?

Um dos problemas mais comuns no joelho, a lesão do ligamento cruzado anterior (LCA) atinge mais os atletas devido à alta demanda física, no entanto, isso não significa que qualquer outra pessoa não possa sofrer com ela também.

O ligamento cruzado anterior fica dentro do joelho, prendendo o fêmur a tíbia, e é responsável (junto com o ligamento cruzado posterior) por estabilizar está articulação e controlar os movimentos do joelho. A lesão desse ligamento acontece quando a pessoa está fazendo um movimento e para bruscamente – com o pé fortemente apoiado no chão – ou faz uma mudança rápida de direção. Saltar e aterrissar de mau jeito também é outro fator que favorece o problema.

Com os impactos, o joelho pode sofrer uma ruptura completa (rompendo as duas bandas do LCA) ou parcial (quando só uma é atingida). Sendo que as duas lesões prejudicam o joelho, porém, como o próprio nome já dá a entender, a ruptura completa é bem mais complicada, uma vez que o deixa o joelho com alto grau de instabilidade.

 

Como identificar o LCA

Além da dor intensa, a lesão do ligamento cruzado anterior pode ser percebida diante da incapacidade de continuar a atividade que estava realizando, da sensação de instabilidade no joelho, edema e, na hora que ela acontece, é possível ouvir um estalo alto.

 

Tratamento

Para tratar a lesão do ligamento cruzado anterior é preciso avaliar cada caso, o que, consequentemente, também vai influenciar no tempo de recuperação.

Tratando-se de atletas ou pessoas engajadas com o esporte, a cirurgia é mais indicada para que seja possível retornar a prática esportiva sem preocupações. Já quem é menos ativo e teve rompimento parcial pode recorrer a procedimentos não cirúrgicos, por exemplo, com o auxílio de órteses.

No entanto, uma coisa é certa, em ambos os casos a fisioterapia é fundamental para que a estabilidade e movimentos do joelho sejam totalmente recuperados. Por meio de exercícios específicos – que variam de acordo com a necessidade de cada um – as funções do joelho são restauradas e os músculos fortalecidos.

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